|
|
ILUMINAÇÃO
DE EMERGÊNCIA

A
função da “Iluminação de Emergência” é clarear áreas
escuras de passagens, horizontais e verticais, incluindo áreas
de trabalho e áreas técnicas de controle de restabelecimento
de serviços essenciais e normais, na falta de iluminação
normal. A intensidade da iluminação deve ser suficiente
para evitar acidentes e garantir a evacuação das pessoas,
levando em conta a possível penetração de fumaça
nas áreas.
Fonte: NBR 10898 - 1999
Características do Sistema de Iluminação de
Emergência:
- A intensidade da iluminação deve ser suficiente
para evitar acidentes e garantir a evacuação das
pessoas, levando em conta a possível penetração
de fumaça nas áreas;
- A iluminação deve permitir o controle visual das áreas
abandonadas para localizar pessoas impedidas de locomover-se;
- Manter a segurança patrimonial para facilitar a localização
de estranhos nas áreas de segurança pelo pessoal
da intervenção;
- Sinalizar inconfundivelmente as rotas de fuga utilizáveis
no momento do abandono do local;
- O tempo de funcionamento do sistema de iluminação
de emergência deve garantir a segurança pessoal e
patrimonial de todas as pessoas na área, até o restabelecimento
da iluminação normal, ou até que outras medidas
de segurança sejam tomadas;
- No caso do abandono total do edifício, o tempo da iluminação
deve incluir, além do tempo previsto para a evacuação,
o tempo que o pessoal da intervenção e de segurança
necessitam para localizar pessoas perdidas ou para terminar o resgate
em caso de incêndio. Este tempo deve ser respaldado pela
documentação de segurança do edifício
aprovado pelo usuário e do poder público;
- Devem ser respeitadas as limitações da visão
humana, com referência as condições fisiológicas
da visão diurna e noturna e o tempo de adaptação
para cada estado;
OBS: A central de iluminação de emergência com
baterias não pode ser utilizada para alimentar quaisquer outros
circuitos ou equipamentos. Esta exigência baseia-se no cálculo
de tempo limitado da autonomia da iluminação de emergência
definida para abandono do prédio e não para a autonomia
definida para outros tipos de serviço
A iluminação de emergência pode ser
sistema autônomo ou centralizado:

Sistema autônomo: Cada bloco autônomo,
luminária e placa de saída possuem suas próprias
baterias e seus próprios carregadores de bateria. Uma das
vantagens é a praticidade deste sistema pois basta fixar e
ligar o equipamento na rede elétrica. Uma desvantagem é o
custo de manutenção destes equipamentos pois de cada
2 à 3 anos é necessário a substituição
de todas as baterias, pois as mesmas possuem uma vida útil
e perdem o tempo de autonomia exigidos por norma, o que geralmente
corresponde a 50% do valor do equipamento novo mais a mão
de obra. Equipamentos
autônomos Engesul »
Sistema centralizado: Neste caso, utilizasse uma
central de iluminação de emergência e um banco
de baterias que alimenta todas as luminárias e placas de saídas.
Cada circuito pode alimentar no máximo 20 luminárias.
Este sistema também exige um cuidado especial quanto ao cálculo
de autonomia e da fiação a ser utilizada e geralmente
tem um custo um pouco mais alto do que o sistema autônomo.
A vantagem é que ao término da vida útil das
baterias, basta substituir as mesmas que ficam localizadas no banco
de baterias próxima a central. Equipamentos
centralizados Engesul »
|